Trabalhador(a), atenção: Seu salário, seus direitos e seu futuro estão em jogo!

 

Lula defende que direitos dos trabalhadores são inalienáveis, ou seja, não podem ser retirados. Defende, ainda que a Constituição Brasileira e, por consequência, a CLT, têm que ser respeitadas e preservadas. Por outro lado, Flávio Bolsonaro defende um modelo de contratação com remuneração proporcional às horas trabalhadas, apresentado para agradar os empresários depois do fim […]


Publicado por em 22/10/2026.

Lula defende que direitos dos trabalhadores são inalienáveis, ou seja, não podem ser retirados. Defende, ainda que a Constituição Brasileira e, por consequência, a CLT, têm que ser respeitadas e preservadas.

Por outro lado, Flávio Bolsonaro defende um modelo de contratação com remuneração proporcional às horas trabalhadas, apresentado para agradar os empresários depois do fim da escala 6×1.

Mas o que isso pode significar na prática?

Significa que se o trabalhador tiver menos horas de trabalho remuneradas, poderá receber menos no fim do mês. E, com o 13º salário e as férias calculados proporcionalmente às horas trabalhadas, os valores desses direitos também poderão ser menores. Isso sem contar com quem for contratado exclusivamente por horas trabalhadas; esses ficarão sem FGTS, férias, 13º, salário base garantido etc.

Embora o candidato afirme que pretende manter os direitos trabalhistas, *preservar direitos no papel não garante, por si só, a manutenção da renda nem das conquistas coletivas.*

Trabalhador, informe-se e fique atento! A flexibilização das regras de contratação precisa ser debatida com transparência, porque o que está em jogo é o seu salário, sua segurança financeira e a capacidade de lutar por melhores condições de trabalho.

E o futuro das aposentadorias?

As aposentadorias já conquistadas e as que estão por conquistar, correm enorme risco caso esse candidato seja eleito, pois suas propostas de governo preveem cortes absurdos na área social, e com a implementação de contratos por hora trabalhada (mais um desmonte da CLT), a coisa fica ainda mais grave, e a explicação é simples.

Se a remuneração por hora resultar em salários menores, poderá reduzir também as contribuições ao INSS, tanto dos trabalhadores quanto das empresas. Isso pode comprometer o valor dos benefícios futuros e pressionar o financiamento da Previdência.

Se a arrecadação cair, quem cobrirá a diferença? O dinheiro terá de sair de outras receitas públicas, em um orçamento que também precisa financiar saúde, educação e outros serviços essenciais. E o candidato já registrou sua proposta de cortar R$250 bilhões do orçamento, o que vai diminuir ainda mais esse financiamento.

Flexibilizar contratos sem esclarecer os impactos sobre a renda dos trabalhadores e a Previdência é transferir para toda a sociedade uma conta que não pode ser ignorada.

Soberania do País para esse candidato é brincadeira

Como se não bastasse ter comemorado anteriormente a taxação de produtos brasileiros pelo governo dos Estados Unidos, país onde seu irmão Eduardo está foragido e conspirando contra a própria pátria, o candidato Flavio Bolsonaro teve a cara de pau de enviar para o governo americano uma carta, na qual propôs disponibilizar sua equipe de transição, caso eleito, para que aquele país participasse de seu projeto de governo.

Ou seja, Flávio Bolsonaro se coloca de joelhos frente a uma nação estrangeira, deixando claro que entregará tudo o que temos (minérios, petróleo, terras raras etc.) de mão beijada.

O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória!

Dia 25 de outubro a escolha é sua. Manter seus direitos e garantir que outros poderão ser conquistados, ou entregar à extrema direita tudo o que você tem hoje.

Pense no que você vai plantar!