Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. A data, celebrada anualmente, tem o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de […]
Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure.
A data, celebrada anualmente, tem o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.
Desde 2020, com a pandemia COVID-19, os grupos que atuam em câncer de mama tiveram que repensar suas campanhas do Outubro Rosa e aumentar sua presença virtual. Por meio de intervenções, campanhas e mensagens inovadoras, eles mostraram que a promoção da saúde pública pode assumir várias formas e gerar um forte impacto no acesso à saúde.
No Brasil, em 2018, a Lei nº 13.733 instituiu o Mês de conscientização sobre o câncer de mama – outubro rosa, período em que devem ser desenvolvidas as seguintes atividades, entre outras:
I – iluminação de prédios públicos com luzes de cor rosa;
II – promoção de palestras, eventos e atividades educativas;
III – veiculação de campanhas de mídia e disponibilização à população de informações em banners , em folders e em outros materiais ilustrativos e exemplificativos sobre a prevenção ao câncer, que contemplem a generalidade do tema.
O Instituto Nacional de Câncer (INCA), participa do movimento desde 2010 e promove eventos técnicos, debates e apresentações sobre o assunto, assim como produz materiais e outros recursos educativos para disseminar informações sobre fatores protetores e detecção precoce do câncer de mama.
A detecção precoce envolve a observação atenta do próprio corpo. A recomendação é que a mulher observe e apalpe suas mamas sempre que se sentir confortável, sem uma técnica específica. O importante é valorizar a descoberta casual de quaisquer pequenas alterações mamárias. Ficando atenta a principalmente a estas mudanças:
A segunda estratégia é o rastreamento mamográfico, indicado para mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. No entanto, é fundamental lembrar que o câncer não tem idade, e a detecção precoce em qualquer faixa etária é crucial para um tratamento bem-sucedido.
O câncer de colo do útero está intrinsecamente ligado à infecção persistente por subtipos oncogênicos do vírus HPV (Papilomavírus Humano), especialmente HPV-16 e HPV-18, responsáveis por cerca de 70% dos casos. Embora a infecção por HPV seja muito comum (afetando cerca de 80% das mulheres sexualmente ativas ao longo da vida), a maioria regride espontaneamente. Quando não regride, pode levar ao desenvolvimento de lesões precursoras que, se identificadas e tratadas a tempo, previnem a progressão para o câncer.
A principal forma de detecção precoce do câncer de colo do útero é o exame citopatológico (Papanicolau), recomendado para mulheres na faixa etária de 25 a 64 anos, a cada três anos. Converse com seu médico sobre a frequência ideal para você.
Além disso, a vacina HPV é um marco na prevenção e está disponível no SUS:
Fontes: Ministério da Saúde
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